Nos bastidores da BMW M2 Cup, o trabalho dos mecânicos começa quando a bandeirada termina

Chefe de mecânicos da equipe de apoio da categoria, Anderson Moura, o Neném, conta o que acontece nos boxes depois da etapa de Interlagos e explica como sua escola forma profissionais para um mercado carente de mão de obra

Houve de tudo na pista durante a última etapa da BMW M2 Cup Brasil, disputada em 12 de setembro, no Autódromo de Interlagos: acidentes, disputas e a vitória do estreante Caio Castro. Mas foi o que aconteceu nos boxes, quando as atividades oficiais já tinham terminado, que mais chamou a atenção do Relargada.

Anderson Moura, o Neném, chefe de mecânicos da equipe de apoio da categoria, conversou com a reportagem e explicou por que seu time continua trabalhando mesmo depois que o público e os pilotos deixam o autódromo.

Depois do encerramento da etapa, nós recebemos as orientações da G-Force sobre o que precisa ser feito no carro, como tirar o sensor de velocidade, trocar os pneus para fazer o transporte e organizar todos os equipamentos para levar de volta para a oficina, por exemplo

disse Neném.

O chefe de mecânicos também falou sobre a Mechanic Racing Car, escola profissionalizante responsável por formar os mecânicos que integram sua equipe. Segundo ele, o objetivo do trabalho é abastecer um mercado que sofre com a falta de mão de obra qualificada.

Eu tenho uma escola profissionalizante para quem é apaixonado por automobilismo. O curso é para qualquer pessoa, de qualquer idade. É importante pontuar que os alunos que fazem o curso da Mechanic podem recuperar o valor investido ao fazer, depois, um estágio remunerado

concluiu.

Para mais informações sobre o curso, acesse o site da escola: www.mechanicracing.com.br.

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